quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A Verdade sobre o Natal



Quando nos acostumamos com algo, com uma rotina, é comum realizarmos tarefas e atividades
 sem questionarmos sobre sua origem ou razão de ser. Isso se dá porque nossa mente cria filtros 
que nos impedem de perceber certos detalhes, simplesmente porque já estamos acostumados àquilo.

Isso podemos ver em relação às comemorações do Natal. Crescemos acostumados com 

as festas natalinas que sequer questionamos se o natal tem realmente origem na Bíblia, 
ou mesmo no Cristianismo. Então, a título de introdução, colocamos algumas questões
 básicas que esperamos responder no presente estudo: Jesus nasceu mesmo em 25 de Dezembro?
 Os primeiros apóstolos celebravam o aniversário de Jesus? E a árvore de natal, tem alguma coisa
 a ver com o natal? O que motivou o início da troca de presentes por ocasião do natal?

A maioria das pessoas supõe muitas coisas sobre o natal que não são verdadeiras. Vale a 

pena então um estudo detalhado a fim de esclarecer esses pontos obscuros, e identificar aquilo 
que na realidade foi introduzido no Cristianismo pelo paganismo.

  (1) COMO SE ORIGINARAM AS COMEMORAÇÕES NATALINAS
Uma das coisas a se observar no Novo Testamento é que nem os apóstolos, nem a Igreja

 primitiva, e nem o próprio Jesus deram qualquer ênfase ao seu nascimento. Na verdade,
 não vemos esse tipo de comemoração em qualquer lugar das escrituras, exceto no caso de pagãos, 
como os Faraós e Herodes, pessoas sem compromisso com Deus, ou seja, pagãos.

A comemoração do nascimento de Jesus foi introduzida no Século IV a partir de Constantino

 e estabelecida oficialmente na Igreja a partir do Século V. Isso porque, o costume não era 
celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas sua morte. Veja a Enciclopédia Americana, 
Edição 1944 (“O Natal, de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos
 da Igreja Cristã. O costume do Cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas
 sua morte - a Comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento é uma comemoração da sua morte”).

A mesma afirmativa encontramos na Enciclopédia Britânica, edição de 1946, que afirma ainda que

 “o Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja... Não foi instituída por
 Jesus Cristo nem pelos apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde
 do paganismo”.

A Enciclopédia Católica, em sua edição de 1911, afirma que “a festa do Natal não estava

 incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são 
provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados ao início do ano se 
concentram na festa do Natal”.

Vale aqui ressaltar então, que pelo menos nos primeiros 300 anos a Igreja não celebrou o

 Natal. Isso é mais da metade da idade do Brasil. É quase uma vez e meia o tempo em que o
 Brasil se tornou independente de Portugal. Em todo esse tempo os cristãos não viram 
qualquer necessidade nem ensino que os levasse à celebração do Natal.

  (2) JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO
Esdras 10 nos mostra que, por ocasião do mês nono (para nós, Novembro – para eles, Chisleu),

 todo o povo se congregou para confessar seus pecados e buscar o perdão e o favor divino (v.10-13). 
Era tempo de “grades chuvas” e por isso os homens tremiam muito. Cantares 2:11, fala que
 esse mesmo tempo era de muito frio.
Isso nos mostra (e o conhecimento do clima de Israel ainda hoje) que a partir de meados de 

Outubro, até o início do ano seguinte, é tempo de chuvas e de muito frio, sendo
 que em alguns lugares chega a gear devido às baixas temperaturas.
Lucas 2:8 nos afirma que quando Jesus nasceu, “havia naquela mesma região, 

pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho”.

Ora, isso jamais poderia ter acontecido em Dezembro. Nem mesmo após 15 de Outubro.

 “Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume dos judeus daqueles dias levarem

 ovelhas aos campos e desertos, e recolhe-las ao começo das primeiras chuvas”. Isso é afirmado
 por Adam Clarke no vol5 de seu Comentary, edição de New York. Afirma ainda que 
“os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite, durante todo o tempo que permaneciam fora...”.

As primeiras chuvas começavam nos meses de outubro ou novembro (do nosso calendário). 

Vimos que as ovelhas estavam nos campos, e como os pastores, portanto, ainda não haviam 
recolhido seus rebanhos, é de concluir que outubro (do nosso calendário) ainda sequer havia 
começado.
     (3) A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL
A Enciclopédia de Conhecimentos Religiosos, de Schaff-herzog, explica que “

não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade natalina dependia 
da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a saturnália (17 a 24 de dezembro) 
celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”... as festividades pagãs, saturnália e brunária, 
estavam ademais, profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas 
pela influência cristã...”
É interessante observar, no entanto, que pregadores cristãos, tanto do oriente quanto do ocidente, 

protestavam contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, 
ao mesmo tempo em que os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria
 e de culto ao Sol, por aceitarem como cristã uma festividade pagã.

O fundo histórico disso tudo é a época da suposta conversão de Constantino. Até ali a Igreja Cristã 

tinha sido perseguida utilizando-se os meios mais atrozes na busca de acabar com o cristianismo.
 Mas como mostra Justo Gonzalez, na coleção “Uma História Ilustrada do Cristianismo”, 
quanto mais era perseguida, mais a Igreja crescia, e o martírio dos cristãos era uma 
mensagem poderosa, quando muitos iam para a morte cantando e louvando o Senhor por serem
 achados dignos de morrer pelo Ser Nome.

Nesse contexto, Constantino assume o Império Romano e começa uma aproximação sutil e

 até hoje suspeita. Os resultados da “conversão” do imperador foram e são até hoje tão malignos
 que leva-nos a supor muito mais em um plano muito bem arquitetado por satanás a fim de minar 
as bases do plano de Deus de alcançar o mundo com a mensagem de Cristo.

Assim, quando Constantino assumiu, declarou todo o império cristão, abriu as portas para a 

entrada e permanência das heresias, algumas das quais vemos até hoje. A partir daí, todos os 
que simplesmente nasciam dentro dos limites do império se tornavam automaticamente cristãos. 
Já não era mais necessário fé, novo nascimento, vida de santidade.

Devemos nos lembrar que o mundo de então era profundamente paganizado. E quando Constantino

 fez sua declaração de fé cristã, colocou o cristianismo em pé de igualdade com o paganismo.
 E os pagãos que por decreto haviam se tornado cristãos continuavam com seus costumes pagãos.
 E 25 de dezembro continuou a ser a maior das festividades idólatras, pois celebrava o “deus sol”.

Através de pesquisas descobrimos que através do maniqueísmo pagão, se identificava o Filho de 

Deus como o Sol físico. Assim, com a conversão em massa ao cristianismo, via decreto do 
imperador, o pretexto necessário apareceu, e a festa de 25 de dezembro
 (dia do nascimento do deus sol) passou a ser considerada também dia do nascimento do Filho
 de Deus.

A mesma Enciclopédia Americana já citada também afirma que “em memória do nascimento

 de Cristo se instituiu uma festa no século IV. No século V, a Igreja oriental deu ordem de que
 fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao deus-Sol...”

A Enciclopédia Britânica afirma que “a partir de 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram

 o dia da festividade, de 06 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa 
mitraísta.. ou nascimento do Sol Invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 
06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de
 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto”.
 

O que é ser levita?



  O sonhos de muitos é servir no altar de Deus, é ter a honra de estar perto ajudando na obra, e fazendo por merecer as benção que  o senhor nos dar.

"Diga, pois, nosso senhor a seus servos, que estão na tua presença, que busquem um homem que saiba tocar harpa, e será que, quando o espírito mau da parte de Deus vier sobre ti, então ele tocará com a sua mão, e te acharás melhor." 1 Samuel 16:16-17

Ser levita na casa do Senhor, seja na música, dança, limpeza ou palavra, é participar diretamente das coisas de Deus; é doar-se como oferta para aquele que toda honra merece.
  Porém, a visão de servir a Deus que se tem no início da jornada levítica, vai se embaçando, mudando de foco, seja nas discórdias de opiniões, ou até mesmo nos maus-tratos por parte de membros próximos.
  Mas quando se trata de servir a Deus, não se trata apenas de honra, o que é bom nunca é fácil, principalmente no meio espiritual.
  A perseguição para com os levitas, se dar a inveja de Satanás, que em tempos passados era músico, mas não se contentou, ele quis mais que isso, quis tomar a glória para si, e se deu mal.
  Contudo quando decidimos servir a casa de Deus, não devemos esperar mares tranquilos, muito pelo contrário, quanto mais almas são salvas, quanto mais lares são reconstituídos, mais o inimigo se levanta contra nós. A cobertura espiritual do levita tem que ser constante, sempre coberto pelo sangue do cordeiro, sempre em paz, e sem cinzas no altar, para que o fogo do Espírito Santo nunca se apague. Por que da mesma forma que uma tocha incendeia a outra, estas também podem apagar-se entre si.
  Na caminha levítica, não se pode deixar abater por alguém que lhe destratou, humilhou, ou criticou de forma indevida, porque mesmo que isso aconteça, não é a estes que devemos satisfação, e sim ao Deus Altíssimo, que é o Senhor ao qual servimos. E embora, isso tudo seu líder que tenha feito, não julgue, não responda entregue-o nas mãos de Deus, que a Justiça ele fará da maneira dele.
  Sendo assim, não faça como a maioria, não desista, persista! A caminha do levita só leva a um caminho, o caminho do Senhor, que é de onde vem a nossa recompensa. Portanto se não fazia isso, apartir deste momento;  limpe o templo para Deus, louve para Deus, pregue dando a glória para ele, dance para alegra-lo, porque Deus te deu um chamado, e a chance de ser escolhido, não desperdice.

Todavia, como está escrito: "Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam"; 1 Coríntios 2:9-10 

Sobre a tribo

Na tradição judaica, um levita (em hebraico: לֵוִי, hebraico moderno: Levi, hebraico tiberiano: Lēwî; "unido") é um membro da tribo de Levi. Quando Josué conduziu os israelitas na terra de Canaã, os levitas foram a única tribo israelita que recebeu cidades, mas não foram autorizados a ser proprietários de terra "porque o Senhor Deus de Israel é sua herança" (Deuteronômio 18:2).