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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Israel alerta o mundo que “as profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias"


Discurso de primeiro-ministro na ONU pode ser prenúncio da Guerra de Gogue e Magogue.

Embora pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da população de Israel acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre foi determinante para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia 1º de Outubro, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois terços de seu discurso.

Netanyahu falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi dito reflete o temos de Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi a tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante foram considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a muitos foi os minutos finais do discurso.

Em suma, o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse momento, é a maior ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo com uma postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre o novo presidente iraniano, Hassan Rohani, foi direto: “Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da comunidade internacional”. Lembrou ainda que Rouhani, quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e 2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas.

Ao longo de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do Velho Testamento sobre Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500 anos atrás encerrou o exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o retorno dos israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém. Para ele, a amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando ocorreu a Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de Israel, as nações árabes.

Mais recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa nuclear e passou a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos neguem, é de conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento de urânio e uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o pais em condições de ter bombas nucleares. Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.

A comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a Coreia do Norte, que manteve um discurso de cooperação até o momento em que realizou testes nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.

Em outras ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a Convenção de Armas Químicas nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer outro tratado da ONU sobre o armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não Proliferação, do qual o Irã é signatário.

Porém, Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma nação próspera com capacidade de se defender”.

Ao encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas as profecias bíblicas. Como o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão as cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho. Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua terra para nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o Senhor].

Após repetir os versos no original em hebraico, emendou “Senhoras e senhores, o povo de Israel voltou para casa para nunca mais dela ser arrancado”.

Para muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado ao texto de Ezequiel 38-39, aponta para o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue e Magogue. Haverá grandes nações do mundo unidas na batalha contra Israel:

1 – a federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).

Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam. Com informações de Times of Israel.

Via: Gospel Prime
Libertar.in

Bíblia é o livro “mais valioso” para humanidade, aponta pesquisa.


Bíblia é o livro “mais valioso” para humanidade, aponta pesquisa
Qual o livro mais valioso para a Humanidade? Essa era a pergunta da pesquisa realizada pela empresa YouGov, encomendada pela organização Folio Society, do Reino Unido.
Para surpresa de muitos, a Bíblia continua em primeiro lugar. Embora tenha sua história como nação intimamente ligada à questão religiosa, a Inglaterra é também o berço do movimento neoateísta, de Richard Dawkins e Cristopher Hitchens.
Recentemente, a legislação mudou e as escolas inglesas foram proibidas pelo governo de ensinar o criacionismo e passaram a promover desde as primeiras séries “o respeito pelos direitos dos homossexuais”.
O resultado da pesquisa mostra, que embora exista uma forte pressão da sociedade, alguns princípios não mudam tão facilmente. “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin, livro que se tornou obrigatório nas instituições de ensino ficou em segundo lugar, numa disputa apertada.
Os últimos 50 anos trouxeram várias mudanças para a sociedade inglesa. Antigo berço de missões para o mundo, a Inglaterra hoje é considerada uma nação “pós-cristã”. Por causa dos fluxos constantes de imigrantes, o islamismo passou a ter grande influência e dezenas de igrejas cristãs foram fechadas para se tornar mesquitas. Por isso, o Alcorão aparece entre os livros mais citados.
O pastor e teólogo Alessandro Brito, que estudou na Inglaterra  acredita que diante do quadro atual, essa é “uma ótima notícia”, mas ressalta que a valorização da Bíblia “deve ser cada vez mais promovida nos filhos pelos pais tementes a Palavra de Deus”.
A lista oficial da pesquisa é:
1) A Bíblia (37%)
2) A Origem das Espécies – Charles Darwin (35%)
3) Uma Breve História do Tempo – Stephen Hawking (17%)
4) Relatividade: A Teoria Especial e Geral – Albert Einstein (15%)
5) 1984 – George Orwell (14%)
6) Principia Mathematica – North Whitehead e Bertrand Russell (12%)
7) O Sol é Para Todos – Harper Lee (10%)
8) O Alcorão (9%)
9) A Riqueza das Nações – Adam Smith (7%)
10) A Dupla Hélice – James Watson (6%)
Ao todo, 30 títulos foram mencionados, mas apenas dois são romances. A maioria são livros científicos ou religiosos. Apareceram menções ao “Dicionário Oxford de Inglês” e ao clássico “O Senhor dos Anéis”, cujo autor é inglês. Nota-se a ausência de livros como “O Capital” e o “Manifesto Comunista”, que mudaram a história do mundo no século passado.
Segundo a pesquisa da YouGov, os entrevistados deveriam justificar suas escolhas não por gosto pessoal, mas pelo reconhecimento de sua importância.
A justificativa para a escolha da Bíblia foi porque “contém princípios/orientações sobre como ser uma boa pessoa”. Já o livro de Darwin foi apontado por “responder às perguntas fundamentais da existência humana”. Curiosamente entre os homens “A Origem” foi mais citada, sendo “A Bíblia” a escolha da maioria das mulheres. Com informações BBC. 
Fonte: Gospel Prime